Para iniciarmos o texto, vamos entender a etimologia da palavra  “crise” originada do grego “krisis” utilizada em grande escala pelos médicos para designar  em que momento o doente era medicado e entrava em estado de desfecho. Desse modo, crise poderia significar a morte ou a vida, uma fase difícil de transição entre o desfecho ou a prosperidade de um novo começo. O desfecho permite avaliarmos quais são as nossas potencialidades pessoais e empresariais. É a partir da “crise” que se encontra meios até mais eficazes de se produzir e vender serviços.

Portanto as medidas de combate a crise deve ser sistemático e em toda a cadeia empresarial, ou seja, em todas as áreas da empresa, deste a produção até a área comercial e de marketing, passando pela gestão dos recursos humanos disponíveis. Portanto, a gestão financeira não poder ficar isolada no combate à crise no setor financeiro, mas em todas as áreas. Seguem algumas estratégias para enfrentar a crise:

ESTRATÉGIA DE CUSTOS

Controle os custos operacionais (fixos e variáveis), de acordo com a natureza do negócio. Em geral, serviços apresentam despesas mais altas com mão de obra. Avalie, portanto, a produtividade de cada colaborador e o retorno de entrega para os resultados esperados, despesas tais como: consumo de energia, água , produtos de limpeza e cozinha dos ambientes irão diminuir pela ausência de funcionários presenciais, faça alocação temporária desses recursos para cobrir custos de outras áreas, veja contas que sejam passíveis de renegociação de valores e até mesmo isenção de valores por um período, empresas costumam renegociar para não perderem clientes.

ESTRATÉGIA DE FORNECEDORES

Mude de fornecedores, busque menores preços da matéria-prima e negocie contratos vigentes. Em tempos de crise, todos querem negociar: fornecedores e compradores, o mercado mundial para compra de matérias primas, fornece muitas opções de custos diferenciados, garantindo competição, de modo a evitar a venda de matérias primas com preços abusivos. Podemos te ajudar, saiba mais acessando o link: https://www.ccm-ula.org/lp-abertura-de-mercado/

ESTRATÉGIA DE RECEITA

Controle de forma rigorosa e sistemática seus atos empresariais para não gastar mais do que arrecada. Evite empréstimos bancários, tendo em vista as altas taxas de juros. Não se entregue à oferta de ajuda dos bancos para equilibrar seu capital de giro, use esse recurso como última opção, consulte os empréstimos da iniciativa pública em relação a situação atual, eles serão mais vantajosos;

ADEQUAÇÕES DE PRODUTO/SERVIÇOS

Faça uma adequação do padrão de produtos/ serviços ao preço cobrado, mantendo sempre a qualidade. Em tempo de crise, clientes são criteriosos em manter a fidelidade, principalmente, quando percebem que a adequação não interfere nos parâmetros de qualidade conquistados. Sem se esquecer de realizar a revisão nos processos administrativos, produtivos e financeiros do negócio.

ESTRATÉGIA DE ANÁLISE

Por fim, avalie a continuidade do negócio a curto e médio prazo. Repense a formatação de suas atividades e adéque-as à realidade de caixa e de mercado, não adianta oferecer produtos ou serviços que o público alvo não tenha poder de aquisição para os mesmos.  Em alguns casos é necessário a médio prazo redirecionar oa produtoa ou serviços para um novo público, podendo ser a saída para situações com menor reversibilidade através de reestruturação interna.  Utilize-se dessas dicas entendendo que o sucesso empresarial durante a crise a criatividade e a inovação, são competências necessárias para o mundo dos negócios. As crises são momentos transitórios que servem de reflexão e autoconhecimento e que todas as empresas estão sujeitas a enfrentar, mas que com estratégias e esforço podem ser superadas.

 

Por: Marketing CCM-ULA – Kamily Nadim

Referência: Arnaldo Vhieira – Coordenador de Gestão Financeira FMU